Boletim Informativo #2 – Baixada e Covid-19: Impactos

Sabe-se que o novo coronavírus (COVID-19) é uma doença infecciosa que está atingindo pessoas do mundo inteiro.

Mas em determinados lugares essa questão é mais complexa, uma vez que parte da população tem o histórico de violação de direitos presente em seu cotidiano.

Este é o caso da Baixada Fluminense, porque é inegável que a população periférica – em sua maioria, preta e pobre – que vive nesse território, sofre não só com a falta de saneamento básico, como também com a impossibilidade de realizar um teste de Covid-19, tendo em vista seu alto custo.

Além disso, outros fatores dessa região podem aumentar o índice de disseminação do vírus como, por exemplo, as viagens intermunicipais dos trabalhadores em transportes lotados e o grande numero de familiares morando numa mesma casa.

Diante desse cenário, é possível entender que os dados em relação aos casos de Covid-19 na Baixada Fluminense até agora divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde podem ser inferiores aos casos oficiais.

ALGUMAS MEDIDAS ESTÃO SENDO TOMADAS PARA COMBATER A PANDEMIA:

No Aeroclube de Nova Iguaçu está em construção um hospitalar modular, com 300 leitos, 120 de UTI, no intuito de atender as vítimas do novo coronavírus. Acredita-se que no começo de Maio já estará pronto e em algumas partes da Baixada Fluminense o uso da máscara em ônibus e também em comércios, como padarias, mercados e farmácias, tornou-se obrigatório.

Entretanto, a melhor arma contra o virus neste momento é a prevenção, portanto, lave as mãos, fique em casa e – se isto não for possível – use máscara e leve álcool em gel ao sair.

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