Empatia na Pandemia

Desde o início da pandemia, as pesquisas afirmam que a melhor forma de lidar com os sentimentos de isolamento é aumentar e fortalecer a preocupação com os outros, como por exemplo usar máscara. E você … já ouviu falar na palavra empatia ?

Especialistas explicam que empatia é a capacidade de sentir o que sentiria uma pessoa caso estivéssemos na mesma situação vivenciada por ela, levando as pessoas a ajudarem umas às outras. Está ligada ao amor e interesse pelo próximo e à capacidade de ajudar.

Que tal assistirmos um vídeo para entender mais sobre empatia? Clique aqui. 

Bem pessoal… para refletir… podemos perceber empatia como a habilidade de perceber o próximo, mesmo que essa pessoa não dê sinais de querer ou precisar de ajuda. Colocar-se no lugar do outro e demonstrar interesse verdadeiro faz muita diferença e pode ser valioso não só em época de pandemia, mas para toda a vida.

Um abração virtual e até a próxima!

Fonte: Site Redealix.org.br

Responsabilidade social individual na pandemia

Hoje vamos falar um pouquinho sobre o que é ser responsável

Na medida em que vamos crescendo vamos ganhando mais e mais responsabilidades.  Assim, somos responsáveis quando cuidamos da nossa higiene escovando os dentes, tomando banho, quando vamos à escola e fazemos todos os trabalhos que a professora passa, quando zelamos pelos nossos materiais escolares e brinquedos entre outras coisas…

Somos responsáveis quando fazemos algo que nos foi pedido com capricho, cumprindo com toda a tarefa. Demonstramos responsabilidade quando assumimos as nossas ações sendo elas certas ou erradas. Agora vamos assistir um vídeo para entender melhor o que é ser responsável. Clique nesse link. 

O vídeo nos mostra que há várias maneiras de sermos responsáveis. Quando saímos de casa usando a máscara damos um exemplo de responsabilidade social individual. O uso da máscara é importante para se proteger e proteger as outras pessoas também, gerando empatia. A falta de cuidado de uma pessoa pode fazer com que o vírus se multiplique contaminando toda uma comunidade.  Neste momento de crise precisamos cuidar uns dos outros, pensando sempre num bem maior, a nossa saúde!

Seja responsável! Dê o exemplo, faça a sua parte e use máscara!

Fonte: Portal MEC

-Por Maria Angelica Brasil

Memórias à Antonieta de Barros, a criadora do Dia do Professor

Mulher negra, parlamentar, defensora de direitos iguais para homens e mulheres: Antonieta protagonizou grandes conquistas num período em que a mulher não tinha voz

O dia 15 de outubro é um dos mais importantes feriados comemorados no país, pois simboliza não só as felicitações aos nossos lecionadores, mas também uma luta por educação gratuita e igual para homens e mulheres. Por trás de toda essa luta, está Antonieta de Barros, que embora não seja muito lembrada, protagonizou as primeiras conquistas na área da educação no Brasil.

Nascidas em 1901 e eleita Deputada Estadual em 1934, sendo uma das três primeiras mulheres a ocuparem cargo político no Brasil, foi a primeira – e única – negra na Assembleia de Santa Catarina, estado onde nasceu. Sua entrada na vida política aconteceu após apenas meio século depois da abolição da escravatura no país, e há apenas dois anos da conquista do direito do voto pela mulher, adquirido em 1936.

A primeira grande lei educacional do Brasil foi sancionada por dom Pedro I em 15 de outubro em 1827, um marco para a educação brasileira. A data era comemorada informalmente, mas foi um projeto de Antonieta a lei que criou o Dia do Professor e o feriado escolar nessa data (Lei Nº 145, de 12 de outubro de 1948), em Santa Catarina. A data seria oficializada no país inteiro somente 20 anos depois, em outubro de 1963, pelo presidente da República, João Goulart. Outras leis importantes foram concessões de bolsas de cursos superiores para alunos carentes e concursos para o magistério, para elevar o ensino público e evitar apadrinhamentos.

Além de política, também foi  professora, formada aos 17 anos, feito que merece destaque visto que a educação para crianças pobres não era uma realidade naquele período. Embora a lei garantisse educação pública para todos até o ensino primário, era comum ver crianças vindas de famílias ricas ocupando a maioria das cadeiras em sala de aula. Fundou o seu próprio curso de educação para combater o analfabetismo de adultos carentes. Antonieta acreditava que a educação era a única arma para combater a servidão dos desfavorecidos.

Sua luta e empenho por uma educação igual a todos fez com que ganhasse cada vez mais destaque nos veículos de comunicação. Assim, foi convidada para trabalhar em diversos jornais, tendo publicado mais de mil artigos e criado a Revista Ilhoa, em 23 anos de contribuição à imprensa.

Fonte: El país

 

Agradecimento do CAIC a todos os professores (as)

Neste e em todos os dias de nossa luta diária, o Caic Paulo Dacorso Filho gostaria de expressar seu carinho, gratidão e reconhecimento a todas (os) professoras e professores que permanentemente se reinventam em comprometimentos com a formação de nossos alunos e alunas. Cidadãos que terão, a partir de suas contribuições, possibilidades para dedicação na construção de um mundo mais justo, mais fraterno e com mais humanidade. Como diz Paulo Freire:

” Ninguém nasce professor ou marcado para ser professor. A gente se forma como educador permanentemente na prática e na reflexão sobre a prática”

Parabéns para todos nós professores! Muita paz e harmonia e assim, caminhemos na certeza de que os demais planos e anseios fluirão positivamente.

 

-Por Vânia M. N. Policarpo (Professora e Diretora) e Christian Fuentes (estagiário de Jornalismo).