Instituto de Medicina Veterinária
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Classificação

Ordem Strongylida Molin, 1861
Superfamília Strongyloidea Weinland, 1858
Família Strongylidae Baird, 1853
Subfamília Strongylinae Railliet, 1885
Gênero Strongylus Mueller, 1780
Strongylus equinus Muller, 1780
Strongylus edentatus (Looss, 1900)
Strongylus vulgaris (Looss, 1900)
Gênero TriodontophorusLooss, 1902
Subfamília Cyathostominae Nicoll, 1927
Família Chabertiidae (Popova, 1952)
Subfamília Chabertiinae Popova, 1952
Subfamília Oesophagostominae Railliet, 1916
Gênero OesophagostomumMolin, 1861
Oesophagostomum columbianum (Curtice, 1890)
Oesophagostomum dentatum(Rudolphi, 1803)
Oesophagostomum radiatum(Rudolphi, 1803)
Família Syngamidae Leiper, 1912
Subfamília Syngaminae Baylis & Daubney, 1926
Gênero Syngamus Siebold, 1836
Syngamus trachea (Montagus, 1811)
Gêner MammomonogamusRyjikov, 1948
Mammomonogamus laryngeus(Railliet, 1899)
Subfamília Stephanurinae Railliet, Henry & Bauche, 1919
Gênero Stephanurus Diesing, 1839
Stephanurus dentatus Diesing, 1839


 

Superfamília Strongyloidea
 Weinland, 1858

Coroa radiada e dentes,em geral, presentes; lábios ausentes; cavidade bucal com cápsula de forma variada. Fêmea com cauda cônica ou romba. Macho com bolsa copuladora constituída por lóbulos.


 

Família Strongylidae
Baird, 1853

Boca com coroa radiada, lábios ausentes, cavidade e cápsula bucal, em geral, desenvolvida com ou sem goteira esofagiana (goteira dorsal) e com dentes ou placas cortantes. A bolsa copuladora do macho desenvolvida e lobulada, espículos e gubernáculo presentes. Fêmea com vulva posterior, cauda romba ou cônica.


 

Subfamília Strongylinae
Railliet, 1885

Coroa radiada interna presente e externa presente ou ausente, cavidade bucal globular ou subglobular, com dentes presentes ou ausentes e com goteira esofagiana; cápsula bucal desenvolvida. Macho com bolsa copuladora desenvolvida, espículos delgados e gubernáculo presente.


 

Gênero Strongylus
 
Mueller, 1780

 

 

Cápsula bucal mais funda do que larga; coroa radiada externa com os elementos (filamentos) finos; coroa radiada interna ausente, os dentes da cavidade bucal, se presentes, com as bordas arredondadas, goteira esofagiana desenvolvida. Os macho possuem dois espículos simples, delgados e de pontas retas, gubernáculo presente. Fêmea com cauda romba ou cônica e vulva se abre no quarto posterior do corpo.


 

Strongylus edentatus
  (Looss, 1900)

Extremidade anterior é mais larga que o resto do corpo. A cavidade bucal é mais larga na margem anterior; não possui dentes na cavidade bucal; coroa radiada simples; goteira esofagiandesenvolvida. Macho com bolsa copuladora desenvolvida; espículos iguais e delgados; gubernáculo presente. Fêmea com cauda romba e vulva posterior.


 

Strongylus equinus
 Muller, 1780

 

 

Cavidade bucal com um grande dente dorsal de ponta bífida, e dois pequenos dentes ventrais; coroa radiada simples; goteira esofagiana desenvolvida. Macho com espículos iguais e delgados; gubernáculo presente; bolsa copuladora com desenvolvida. Fêmea com cauda romba e vulva posterior.

Fase histotrófica desenvolve-se no fígado, pâncreas e outros e em nódulos na parede do intestino grosso, adultos na luz do intestino grosso de eqüídeos.


 

Strongylus vulgaris
(Looss, 1900)

 

 

A cápsula bucal é subglobular e com dois dentes dorsais de bordas arredondadas. Os filamentos da coroa radiada externa são franjados na extremidade distal. Macho com bolsa copuladora desenvolvida; espículos iguais e delgado; gubernáculo presente. Fêmea com cauda cônica e vulva posterior.


 

Subfamília Cyathostominae
 Nicoll, 1927

Boca circundada por duas coroas radiadas; cápsula bucal em forma anelar ou retangular, ambas mais largas que profundas, ou cilíndricas, funil esofasiano; goteira esofagiana presente ou ausente. Macho com gubernáculo e telamon presentes ou ausentes, espículos finos e delgados. Fêmea com vulva posterior e cauda, em geral, cônica.


 

Família: Chabertiidae
(Popova, 1952)

Boca com ou sem coradas radiadas e dentes; cavidade bucal desenvolvida ou não, com cápsula espessa ou delgada; dentes e expansão cuticulares presentes ou ausentes. Macho com bolsa copuladora desenvolvida, tendo o raio dorsal usualmente com dois ramos que são subdivididos; espículos iguais ou subiguais; gubernáculo presente. Fêmea com vulva próxima ao ânus.


 

Subfamília Oesophagotominae
  Railliet, 1916

Coroas radiadas presentes; cavidade bucal pequena com cápsula delgada; expansões cuticulares usualmente presentes. Macho com bolsa copuladora desenvolvida, espículos subiguais e gubernáculo presente. Fêmea com vulva próxima ao ânus.


 

Subfamília Oesophagotominae
  Railliet, 1916

Coroas radiadas com formas e desenvolvimentos variados; cavidade bucal mais larga do que funda; expansões cuticulares presentes; papilas cervicais usualmente simétricas ou ligeiramente assimétricas. Macho com papilas pré-bursais presentes; espículos subiguais e delgados; gubernáculo presente. Fêmea com vulva próxima ao ânus.


 

Oesophagostomum columbianum 
(Curtice, 1890)

Boca contornada por coroa radiada externa; cavidade bucal pouco profunda; vesícula cefálica pequena, separado do resto do corpo pela constrição cefálica; vesícula cervical pequena e separa da asa cervical pela fenda transversa; asas cervicais desenvolvidas, com a extremidade anterior atravessada pelas papilas cervicais e continuam por todo o corpo como expansões cuticulares longitudinais. Macho com bolsa copuladora desenvolvida; espículos delgados e subiguais. Fêmea com vulva próxima ao ânus.

Fase histotrófica desenvolve-se na parede do intestino delgado e grosso, adultos na luz do intestino grosso de ovinos, caprinos, camelos e antílopes selvagens.


 

Oesophagostomum dentatum 
(Rudolphi, 1803)

Coroa radiada externa e papilas cefálicas projetam-se para a frente; vesícula cefálica rudimentar; vesícula e asas cervicais pequenas; papilas cervicais estão na direção da extremidade posterior do esôfago; expansões cuticulares ao longo do corpo pequenas.Macho com bolsa copuladora desenvolvida; espículos delgados e subiguais e gubernáculo presente. Fêmea com vulva posterior.

Fase histotrófica desenvolve-se na parede do intestino delgado e grosso, adultos na luz do intestino grosso de suínos.


 

Oesophagostomum radiatum 
 (Rudolphi, 1803)

Coroa radiada externa ausente; vesículas, constrições e papilas cefálicas desenvolvidas; vesícula cervical desenvolvida e subdividida por constrição; fenda cervical desenvolvida assim como as papilas cervicais, as asas cervicais e as expansões cuticulares ao longo do corpo desenvolvidas. Macho com bolsa desenvolvida; espículos iguais e delgados; gubernáculo presente. Fêmea com vulva próxima ao ânus.

Fase histotrófica desenvolve-se na parede do intestino delgado e grosso, adultos na luz do intestino grosso de bovinos.


 

Família Syngamidae
Leiper, 1912

Cavidade bucal desenvolvida; coroa radiada rudimentar ou ausente; cápsula bucal com parede espessa; goteira dorsal ausente; dentes de fundo de cápsula presentes ou ausentes. Macho com bolsa copuladora reduzida, dotada de raios curtos e grossos. Fêmea com vulva anterior ou posterior


 

Subfamília Syngaminae
Baylis & Daubney, 1926

Boca com ou sem anel quitinoso, sem coroa radiada; cápsula bucal com parede desenvolvida e com espessamento em forma de festões. Macho com bolsa copuladora reduzida e terminal. Fêmea com vulva no terço anterior do corpo.


 

Gênero Syngamus
Siebold, 1836

Boca com anel quitinoso; cápsula bucal com seis a dez dentes pequenos no fundo; papilas cervicais ausentes. Macho com bolsa copuladora reduzida e terminal; espículos iguais e pequenos; gubernáculo ausente. Macho e fêmea em cópula permanente. Fêmea com cauda cônica.


 

Syngamus trachea 
(Montagu, 1811) von Siebold, 1836

Boca com anel quitinoso; cápsula bucal com seis a dez dentes pequenos no fundo; papilas cervicais ausentes. Macho com bolsa copuladora reduzida e terminal; espículos iguais e pequenos; gubernáculo ausente. Fêmea com cauda cônica.

Parasito da traquéia de galinha e outras aves.


 

GêneroMammomonogamus 
 Ryjikov, 1948

Boca sem anel quitinoso;cápsula bucal com seis a dez dentes pequenos no fundo; papilas cefálicas ausentes, papilas cervicais presentes. Macho com bolsa copuladora curta; espículos iguais e pequenos ou ausentes; gubernáculo ausente. Macho e fêmea em cópula permanente. Fêmea com cauda cônica.


 

Mammomonogamus laryngeus 
 (Railliet, 1899) Ryzhikov, 1948

Boca sem anel quitinoso; papilas cefálicas ausentes; cápsula bucal com seis a dez dentes; papilas cervicais presentes. Macho com bolsa copuladora curta; espículos presentes ou ausentes; gubernáculo ausente. Fêmea com cauda cônica.

Parasito da laringe de bovino, búfalo, caprino, ovino e homem.


 

SubfamíliaStephanurinae
Railliet, Henry & Bauche, 1919

 

 

Boca com coroa radiada rudimentar; cavidade bucal desenvolvida com parede desenvolvida e com espessamento em forma de festões, subglobular e provida de dentes. Macho com bolsa copuladora reduzida e subterminal. Fêmea com vulva próxima ao ânus.


 

Gênero Stephanurus 
 Diesing, 1839

Cavidade bucal com seis a dez dentes de cúspide variável; coroa radiada de pequenos elementos e com seis espessamentos cuticulares (festões) laterais. Macho com bolsa copuladora pequena e raios curtos; dois espículos iguais ou subiguais e alados; gubernáculo presente. Fêmea com vulva próxima ao ânus; cauda cônica e com um par de papilas laterais.


 

Stephanurus dentatus 
 Diesing, 1839

Boca com coroa radiada rudimentar; cavidade bucal com seis a dez dentes; seis festões laterais. Macho com bolsa copuladora pequena e com raios curto; espículos iguais ou subiguais; gubernáculo presente. Fêmea com vulva posterior; cauda cônica e com um par de papilas laterais.

Parasito do tecido renal e perirenal de suínos; raramente encontrado nos pulmões de suíno e fígado de bovinos.


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