Instituto de Medicina Veterinária
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CLASSIFICAÇÃO

Ordem Spirurida Chitwood, 1933
Superfamília Spiruroidea Railliet & Henry, 1915
Família Gongylonematidae (Hall, 1916)
Gênero Gongylonema Molin, 1857
Gongylonema  ingluvicolaRamsom, 1904
Família Spirocercidae (Chitwood & Wehr, 1932)
Subfamília Spirocercinae (Chitwood & Wehr, 1932)
Gênero Spirocerca Railliet & Henry, 1917
Spirocerca lupi (Rudolphi, 1819)
Superfamília Physalopteroidea Sobolev, 1949
Família Physalopteridae (Railliet, 1893)
Subfamília Physalopterinae Railliet, 1893
Gênero PhysalopteraRudolphi, 1819
Physaloptera praeputialisLinstow, 1889
Superfamília Thelazioidea Oerley, 1885
Família Thelaziidae Skjrabin, 1915
Subfamília Oxyspirurinae (Skjrabin, 1916)
Gênero Oxyspirura Drasche inStossich, 1897
Oxyspirura mansoni (Cobbold, 1879)
Superfamília Habronematoidea Railliet & Henry, 1915
Família Habronematidae (Chitwood & Wehr, 1932)
Subfamília Habronematinae Chitwood & Wehr, 1932
Gênero Draschia Chitwood & Wehr, 1934
Draschia megastoma(Rudolphi, 1819)
Gênero Habronema Diesing, 1861
Habronema microstoma(Scheneider, 1866)
Habronema muscae (Carter, 1861)
FamíliaTetrameridae Travassos, 1914
Subfamília Tetramerinae (Travassos, 1914)
Gênero Tetrameres Creplin, 1846
Tetrameres confusaTravassos, 1919
Superfamília Acuarioidea Molin, 1860
Família: Acuariidae Seurat, 1913
Gênero Cheilospirura Diesing, 1861
Cheilospirura hamulosa(Diesing, 1851)
Gênero: Dispharynx Railliet, Henry & Sisoff, 1912
Dispharynx  spiralis (Molin, 1858)
Superfamília Filarioidea Weinland, 1858
Família Onchocercidae (Leiper, 1911)
Subfamília Dirofilariinae Sandground, 1921
Gênero Dirofilaria Railliet & Henry, 1910
Dirofilaria immitis (Leidy, 1856)
Subfamília Setariinae Yorke & Maplestone, 1926
Gênero Setaria Viborg, 1795
Setaria cervi (Rudolphi, 1819)
Setaria equina (Abilgaard, 1789)

 


 

Ordem Spirurida
Chitwood, 1933

Boca sem ou com dois ou mais lábios, interlábios e pseudo-lábios presentes ou ausentes; cavidade bucal mais ou menos desenvolvida com ou sem cápsula bucal; esôfago muscular-glandular com porção anterior curta e muscular e a posterior longa e glandular. Fêmea com vulva em posição variável. Macho com a cauda geralmente enrolada, com asas caudais e papilas pedunculadas e sésseis; espículos geralmente desiguais e dessemelhantes.

 


 

Superfamília Spiruroidea
Railliet & Henry, 1915

Cavidade bucal mais ou menos desenvolvido, dentes presentes ou ausentes; extremidade anterior do corpo com ou sem dilatações em forma de verruga. Macho com a cauda geralmente enrolada, com asas caudais e papilas pedunculadas e sésseis; espículos geralmente desiguais e dessemelhantes, gubernáculo presente ou ausente.

 


 

Família Gongylonematidae
(Hall, 1916)

Lábios pequenos; cavidade bucal pequena sem dentes, cápsula bucal pequena; extremidade anterior ornamentada com dilatações em forma de verruga (bossas cuticulares) dispostas em fileiras longitudinais.

 


 

Gênero Gongylonema
Molin, 1857

Extremidade anterior, em geral, com numerosas bossas cuticulares. Macho com espículos muito desiguais, sendo um deles longo delgado e outro curto e forte, ambos providos de bainha; asas caudais assimétricas e sustentadas por papilas pedunculadas pré e pós-cloacais; gubernáculo presente. Fêmea com cauda cônica, com vulva próxima ao ânus e vagina longa.

 


 

Gongylonema ingluvicola 
Ramsom, 1904

Lábios pequenos; cavidade bucal pequena sem dentes; cápsula bucal pequena; extremidade anterior, em geral, com numerosas bossas cuticulares em fileiralongitudinais. Macho com espículos muito desiguais, sendo um deles longo delgado e outro curto e forte, ambos providos de bainha; asas caudais assimétricas e sustentadas por papilas pedunculadas pré e pós-cloacais; gubernáculo presente. Fêmea com cauda cônica, com vulva próxima ao ânus e vagina longa.

 


 

Família Spirocercidae
(Chitwood & Wehr, 1932)

Boca com lábios desenvolvidos ou não; cavidade bucal com ou sem dentes; cápsula bucal desenvolvida, ornamentada ou não; extremidade anterior sem ornamentação em forma de verruga. Macho com asas e papilas caudais; espículos desiguais; gubernáculo presente.

 


 

Subfamília Spirocercinae
 (Chitwood & Wehr, 1932)

Boca com lábios, em geral, reduzidos; cápsula bucal desenvolvida não ornamentada; asas laterais e papilas cervicais presentes ou ausentes.

 


 

Gênero Spirocerca 
Railliet & Henry, 1917

Boca com lábios reduzidos e com seis papilas; cápsula bucal quadrangular e de parede espessa, sem dentes e com constrição no fundo. Fêmea com vulva anterior e próxima a base do esôfago. Macho com cauda recurvada, asas caudais curtas, papilas pedunculadas pré e pós-cloacais; espículos desiguais sendo um aproximadamente cerca de quatro vezes o comprimento do outro; gubernáculo rudimentar.

 


 

Spirocerca lupi
(Rudolphi, 1819)

Boca com lábios reduzidos e com seis papilas; cápsula bucal quadrangular e de parede espessa, sem dentes e com constrição no fundo. Fêmea com vulva próxima a base do esôfago. Macho com cauda recurvada, asas caudais curtas, papilas pedunculadas pré e pós-cloacais; espículos desiguais sendo um aproximadamente cerca de quatro vezes o comprimento do outro; gubernáculo rudimentar.

 

Parasito de nódulos no esôfago e estômago de cão e outros carnívoros.

Hospedeiro intermediário: coleópteros - Scarabeus,Akis, Geoptrups.

 

 


 

Superfamília Physalopteroidea
 Sobolev, 1949

Boca com lábios triangulares e com um ou mais dentes; extremidade anterior, em geral, com cutícula com uma dobra em forma de colar; corpo com ou sem espinhos. Macho com asas caudais desenvolvidas e sustentadas por papilas pedunculadas, papilas sésseis presentes. Fêmea com vulva na porção mediana do corpo.

 


 

Família Physalopteridae
(Railliet, 1893)

Boca com lábios triangulares e com um ou mais dentes; extremidade anterior sem ornamentações, porém em geral cutícula com dobra em forma de colar. Macho com asas caudais desenvolvidas e sustentadas por papilas pedunculadas desenvolvidas, papilas sésseis presentes. Fêmea com vulva na porção mediana do corpo.


 

Subfamília Physalopterinae
Railliet, 1893

Cavidade bucal pequena; extremidade anterior com a cutícula voltada sobre os lábios formando um colar cefálico. Macho com as asas caudais unidas na superfície ventral.


 

Gênero Physaloptera
Rudolphi, 1819

Lábios desenvolvidos, triangulares e providos de número variado de dentes; papilas cervicais posteriores ao anel nervoso. Macho com espículos iguais ou desiguais; sete pares de papilas pedunculadas e vários pares de papilas sésseis.


 

Physaloptera praeputialis
Linstow, 1889

Lábios desenvolvidos e com dentes; cavidade bucal pequena; colar cefálico presente; cutícula com muitas rugas transversais, formando na extremidade posterior, em ambos os sexos, uma dobra cuticular em forma de prepúcio.Macho com espículos iguais ou desiguais. Fêmea com cauda cônica.


 

Superfamília Thelazioidea
 Oerley, 1885

Boca redonda ou hexagonal sem lábios e circundada por papilas, cavidade bucal com dentes presentes ou ausentes; cápsula bucal desenvolvida ou não.

 


 

Família Thelaziidae
 Skjrabin, 1915

Cápsula bucal pequena; dentes presentes ou ausentes; cauda cônica em ambos sexos. Macho com cauda recurvada e asas caudais ausentes, papilas sésseis presentes; espículos desiguais. Fêmea com vulva anterior ou posterior.

 


 

Subfamília Oxyspirurinae
(Skjrabin, 1916)

Cápsula bucal usualmente com dentes; cauda cônica nos dois sexos. Fêmea com vulva próxima ao ânus.

 


 

Gênero Oxyspirura 
Drasche in Stossich, 1897

Expansões cuticulares ao longo do corpo (asas cuticulares) presentes ou ausentes. Extremidade posterior de ambos os sexos é delicadamente cônica. Macho com os espículos ligeiramente ou marcadamente desiguais e dessemelhantes; gubernáculo presente ou ausente.

 


 

Oxyspirura mansoni 
(Cobbold, 1879)

Cápsula bucal pequena; expansões cuticulares alongdo corpo ausentes. Macho com um espículo longo e delgado e o outro curto e robusto; poucas papilas cloacais, gubernáculo pequeno; asas caudais ausentes. Fêmea com vulva próxima ao ânus.

Parasito do olho de galinha, peru, e outras aves.

 


 

Superfamília Habronematoidea
Railliet & Henry, 1915

Lábios desenvolvidos ou ausentes; cavidade cilíndrica; extremidade anterior com a cutícula com ou sem ornamentação. Dimorfismo sexual acentuado ou não.


 

Família Habronematidae
(Chitwood & Wehr, 1932)

Lábios desenvolvidos, em geral, trilobados. Dimorfismo sexual pouco acentuado. Macho em geral sem espinhos cuticulares, mais com ornamentação em escamas na extremidade posterior.


 

Gênero Habronema 
Diesing, 1861

Constrição cefálica ausente; cápsula bucal cilíndrica, com ou sem dentes e com separação transversa no fundo. Macho com cauda recurvada e com ornamentações em forma de escamas; asas caudais e papilas pedunculadas pré e pós-cloacal; espículos desiguais.


 

Habronema microstoma 
  (Scheneider, 1866)

Constrição cefálica ausente; cápsula bucal relativamente curta, cilíndrica, com uma par de dentes situada na entrada e com paredes paralelas. Macho com cauda recurvada e com ornamentações em forma de escamas, espículo maior tendo aproximadamente o dobro do tamanho do menor. Fêmea com cauda romba; vagina com massa muscular e com porção final com dobra em S.

 

Parasito do estômago de eqüídeos.

Hospedeiro intermediário: mosca - Stomoxys calcitrans,Musca domesticaSarcophagasp.

 


 

Habronema muscae
(Carter, 1861)

Cápsula bucal relativamente curta, cilíndrica, sem dentes e com constrição transversa no fundo. Macho com cauda recurvada e com ornamentações em forma de escamas; espículo maior longo e fino e tendo aproximadamente quatro vezes o tamanho do menor que é mais robusto. Fêmea com cauda romba; vagina reta sem massa muscular.

 

 

Parasito do estômago de eqüídeos.

Hospedeiros intermediários: mosca - Musca domestica,Musca spp, Sarcophaga sp.

 


 

 

Gênero Draschia 
 Chitwood & Wehr, 1934

Constrição cefálica presente; cápsula bucal em forma de funil e sem separação transversal no fundo. Macho com cauda recurvada e com ornamentações em forma de escamas, asas caudais e papilas pedunculadas pré e pós-cloacal; espículos desiguais.

 


 

 

Draschia megastoma
(Rudolphi, 1819)

Lábios sem ornamentações na base; constrição cefálica presente; cápsula bucal em forma de funil e sem separação transversal no fundo. Macho com o espículo maior tendo aproximadamente o dobro do tamanho do menor; cauda com ornamentações em forma de escamas; gubernáculo presente. Fêmea com cauda cônica.

Parasito do estômago de eqüídeos.
Hospedeiro intermediário: mosca - Stomoxys calcitrans,Musca domesticaSarcophagasp.

 


 

Família Tetrameridae
 Travassos, 1914

Lábios desenvolvidos ou não. Dimorfismo sexual acentuado. Macho com corpo espiralado ou cilíndrico. Fêmea com o corpo espiralado ou globoso ou com as extremidades mais delgadas do que resto do corpo, com ou sem constrições nas extremidades seguidas de dilatações.

 


 

Gênero Tetrameres 
Creplin, 1846

Cavidade bucal pequena. Corpo da fêmea globoso ou em espiral fechada; útero desenvolvido ocupando a maior parte do corpo. Macho filiforme com ou sem espinhos ao longo do corpo, espículos desiguais.

 


 

Tetrameres confusa 
Travassos, 1919

Lábios pequenos; cápsula bucal reduzida e em forma de tonel nas fêmeas e cilíndrica nos machos. Fêmea globosa com as extremidades filiformes e delgadas; vulva posterior próxima ao ânus. Corpo do macho cilíndrico e com espinhos; espículos desiguais.

 

Parasito do proventrículo de galinha, pombo.

Hospedeiro intermediário: insetos, crustáceos ou anelídeos.

 


 

Superfamília Acuarioidea
 Molin, 1860

Nematóides de pequeno porte; lábios desenvolvidos, cavidade bucal estreita, longa e cilíndrica; extremidade com cutícula ornamentada. Macho com asas caudais desenvolvidas, papilas pré-cloacais e espículos iguais ou desiguais.


 

Família Acuariidae
 Seurat, 1913

Corpo ornamentado com cordões cuticulares com forma e disposição variáveis. Macho com asas caudais e papilas pedunculadas pré e pós-cloacais. Fêmea com vulva usualmente na extremidade posterior.


 

Gênero Cheilospirura 
  Diesing, 1861

Boca com dois lábios simples; cordões cuticulares de estrutura irregular estendendo ao longo corpo. Macho com extremidade posterior espiralada; asas caudais sustentadas por papilas pedunculadas e espículos desiguais.


 

Cheilospirura hamulosa 
 (Diesing, 1851)

Lábios desenvolvidos; cavidade bucal estreita e cilíndrica; cordões cuticulares de estrutura irregular estendendo ao longo corpo. Macho com extremidade posterior espiralada; asas caudais desenvolvidas e sustentadas por papilas pedunculadas; espículos desiguais. Fêmea com cauda cônica; vulva posterior.

Parasitos do ventrículo de galinha. Hospedeiros intermediários: são artrópodes tais como gafanhotos e coleópteros.


 

Gênero Dispharynx 
 Railliet, Henry & Sisoff, 1912

Boca com dois lábios; cordões cuticulares curtos, ondulados, sem anastomose e ultrapassando ligeiramente a região posterior do esôfago. Macho com extremidade posterior espiralada; asas caudais sustentadas por quatro papilas pedunculadas pré-cloacais e cinco pares pós-cloacais, espículos desiguais.


 

Gênero Dispharynx  
Railliet, Henry & Sisoff, 1912

Lábios desenvolvidos; cordões cuticulares curtos, ondulados, sem anastomose e ultrapassando ligeiramente a região posterior do esôfago. Macho com as asas caudais desenvolvidas e sustentadas por quatro papilas pedunculadas pré-cloacais e cinco pares pós-cloacais, espículos desiguais. Fêmea com cauda cônica; vulva anterior.


 

Superfamília Filarioidea
(Weinland, 1858) Stiles, 1907

Corpo longo e cilíndrico; boca sem lábios ou bilabiada, cavidade pequena ou rudimentar, cápsula presente ou ausente; esôfago muscular-glândular, com porção muscular em geral pouco distinta da glandular. Macho com asas caudais e papilas caudais, em geral, presentes; espículos, em geral, desiguais e dessemelhantes. Fêmea com vulva próxima ao esôfago.


 

Família Onchocercidae
(Leiper, 1911)

Boca simples; anel quitinoso e placas cuticulares cefálicas presentes ou ausentes. Macho com espículos em geral desiguais. Fêmea com vulva próxima ao anel nervoso.


 

Subfamília Dirofilariinae
 Sandground, 1921

Placas cuticulares cefálicas e anel quitinoso ausentes; esôfago com porção muscular e glandular pouco distinta. Macho com asas caudais desenvolvidas.


 

Gênero Dirofilaria 
  Railliet & Henry, 1910

Boca simples; cavidade bucal pequena e sem cápsula bucal; papilas cefálicas geralmente pequenas; esôfago curto. Fêmea com as extremidades anterior e posterior rombas; vulva próxima ao esôfago. Macho com asas caudais sustentadas por numerosas papilas; espículos desiguais; gubernáculo ausente.


Dirofilaria immitis 

 

 (Leidy, 1856)

Papilas céfalicas pequenas; esôfago muscular-glandular curto. Fêmea com vulva próxima ao esôfago. Macho com asas caudais sustentadas por papilas penduculadas; espículos desiguais; gubernáculo ausente.

Parasito do coração direito, artéria pulmonar de carnívoros e ocasionalmente do homem.


 

 

Subfamília Setariinae
Yorke & Maplestone, 1926

Boca circundada por anel quitinoso,quatro lábios e quatro a seis papilas; esôfago desenvolvido com porção muscular e glandular pouco distinta. Fêmea com a extremidade posterior atenuada e provida de um par de apêndices cuticulares laterais. Macho com a extremidade posterior atenuada; um par de apêndices cuticulares laterais; asas caudais ausentes; espículos desiguais e dessemelhantes.


 

Gênero Setaria 
Viborg, 1795

Extremidade cefálica com um par de papilas cefálicas laterais e dois pares submedianos; papilas cervicais pequenas. Macho com a extremidade posterior atenuada e com apêndices cuticulares próximos ao final da cauda; espículos desiguais e dessemelhantes, o esquerdo é maior e com porção proximal tubular e distal membranosa, o espículo direito é menor, robusto e de forma irregular. Fêmea com apêndices cuticulares no final da cauda, ponta da cauda com protuberância de borda lisa ou serrilhada.


 

Setaria cervi
(Rudolphi, 1819)

Extremidade cefálica com papilas cefálicas proeminentes. Fêmea com apêndices cuticulares próximos ao final da cauda, ponta da cauda com protuberância de borda serrilhada. Macho com a extremidade posterior atenuada e com apêndices cuticulares; espículos desiguais.

Parasito da cavidade peritoneal de bovino


 

Setaria equina 
(Abilgaard, 1789)

Papilas cefálicas pequenas. Macho com a extremidade posterior atenuada e com apêndices cuticulares; espículos desiguais. Fêmea com apêndices cuticulares no final da cauda; ponta da cauda com protuberância de borda lisa; vulva anterior.

Parasito da cavidade peritoneal, cavidade pleural e outros locais de eqüídeos.


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