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Carolina Marotta Ribeiro

    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO

Instituto de Veterinária

Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública

 

 

 

 

Edital FAPERJ Nº 44/2014 – (Parceria CAPES/FAPERJ)

 

PROGRAMA DE APOIO AO PÓS-DOUTORADO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – PAPDRJ – 2014

 

Proponente: Adivaldo H. Fonseca –    http://r1.ufrrj.br/adivaldofonseca/

 

Bolsista: Carolina Marotta Ribeiro

 

Título do Projeto:

 

Isolamento, caracterização molecular e produção de antígeno de patógenos transmitidos por carrapatos

 

 

Plano de Atividades:

 

Os trabalhos de laboratório serão executados no Laboratório de Doenças Parasitárias, Laboratório de hemoparasitos e vetores e no Laboratório de Biologia Molecular Multiusuário sediados no Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias da UFRRJ.

 

 

 

O cultivo in vitro de parasitos dos gêneros Trypanosoma, Anaplasma, Ehrlichia e Borrelia em células de carrapatos ou meios específicos terão as seguintes etapas:

 

  1. Obtenção e manutenção das diferentes linhagens de hemoparasitos – etapa já realizadas para a maioria dos hemoparasitos. Introdução de novos isolados a partir de coletas do campo;

 

  1. Manutenção de bovinos, coelhos e galinha doméstica, para doação semanal de sangue;

 

  1. Coleta de sangue dos diferentes hospedeiros para realização da técnica de reação em cadeia da polimerase (PCR), RIFI e ELISA;

 

  1. Preparo rotineiro dos meios de cultivo e troca semanal para todos hemoparasitos;

 

  1. Infecção in vitro de fêmeas do carrapato Rhipicephalus microplus, R. sanguineus ou Dermacentor nitens através de alimentação artificial;

 

  1. Manutenção da colônia de R. microplus livre de patógenos;

 

  1. Padronização e aperfeiçoamento das técnicas de alimentação artificial de carrapatos por meio de tubos capilares e membrana de silicone, para cada hemoparasitos;

 

  1. Infecção in vitro de fêmeas parcialmente ingurgitadas de R. microplus;

 

  1. Detecção da infecção in vitro pelos diferentes agentes em fêmeas de carrapatos  a partir do exame direto da hemolinfa, estudos histológicos, imunohistoquímicos e moleculares dos órgãos dos carrapato;

 

  1. Acompanhamento diário das fêmeas infectadas in vitro para o registro de possíveis efeitos dessa infecção sobre os parâmetros biológicos da fase não parasitária.

 

 

 

 

 

 

Em 05 de dezembro de 2018

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Adivaldo H. Fonseca

Prof. Titular UFRRJ